Saiu!
e nunca mais voltou
Péssimo atendimento da GVT
Já fazem 3 dias que estou pendurado no telefone tentando cancelar uma linha GVT e simplesmente fico cansado de esperar no telefone e desligo.
O mais engraçado é quando você liga e disca a opção comprar é imediatamente atendido e eles alegam que não podem fazer nada que o cancelamento é com outro setor.
Cacete, se eles são bons para vender é obrigação também serem bons no atendimento de cancelamento.
Tentei falar com a Anatel, mas lá também eles complicam que para fazer a reclamação tem que ter o protocolo da reclamação na GVT. Como vou ter o protocolo se eles nem atendem?
Nota zero para o atendimento de cancelamento da GVT.
Parece empresa sem dono, não tem um responsável que possa te ajudar e nem por e-mail não é aceito a reclamação que quando você manda o e-mail ele retorna dizendo que o serviço está indisponível.
Concordo plenamente com o amigo. A Anatel tinha que tomar vergonha na cara e fazer cumprir a lei. Estou recebendo faturas erradas e não consigo entrar em contato, cada atendimento tem um tempo de espera mínima de 1h.
GVT fez uma baita *agada comigo. Cansado da instabilidade do Virtua (uso o 6 mb) contatei a GVT e a vendedora me disse haver disponibilidade técnica para o Turbomax de 5 gb em minha residência. Perdi um dia esperando os instaladores, eles bagunçaram minha antiga linha de telefone, mas tudo bem. O problema foi quando fui configurar o modem e liguei para o suporte. O cara me informou que minha linha era de 1 mb. Argumentei que algo estava errado já que havia comprado um plano de 5 mb de download e 1 mb de upload. O “técnico” afirmou que não havia disponibilidade de 5 mb para onde eu moro. Liguei para cancelar e, depois de tentarem me empurrar uma internet de 1 mb, cancelei a linha.
Nunca mais faço negócio com a GVT, fiquei frustrado pois pensava que fosse uma empresa séria. Mas não, vende algo que não pode entregar e depois fica tentando “empurrar” um produto que o cliente não deseja.
Bola fora, GVT.
Agora que já está em vigor as novas normas para callcenter, a GVT leva 8 minutos para deixar a linha cair. Não tem como falar com o suporte ou solicitar informações fiz 6 tentativas, perdi mais de 1 hora nessa palhaçada.
Cliente GVT: sinônimo de idiota.
Meu nome é Marcus Freitas. Tenho 28 anos e sou professor de História. Escrevo esta carta por um motivo muito simples: eu realmente me sinto um idiota por ser um cliente da empresa de telefonia fixa GVT. Então, nesse sentido, esta carta tem o objetivo de expor minhas reclamações e descontentamentos, que muito provavelmente são compartilhados por milhares de pessoas pelo resto do Brasil, sejam clientes da GVT, sejam de outra operadora. Talvez, esta carta não contenha nenhuma novidade; afinal, ser feito de idiota por empresas de telefonia é algo corriqueiro. Ainda assim, parece-me razoável tornar público meu ponto de vista, meu sentimento de impotência diante dos fatos e, principalmente, minha indignação.
Resido em Porto Alegre, mais especificamente no Bairro Partenon. Em minha rua, a GVT não oferece nenhum serviço de acesso à internet. E, fique claro, não culpo a empresa por isso. Todavia, acontece que, devido ao fato de nenhum serviço de internet ser oferecido por tal empresa em minha rua, obrigo-me a usar minha linha telefônica fixa convencional para ter acesso à rede de computadores. Inicialmente, eu liguei para a operadora com o objetivo de obter informações sobre como fazer para acessar a internet. A atendente da GVT forneceu-me alguns números telefônicos locais através dos quais eu poderia estabelecer conexão com a rede. Usei tais números desde meus primeiros acessos à internet usando a linha da GVT. Entretanto, isso não foi garantia de qualidade na conexão.
Minha linha telefônica funciona através de uma antena, ou seja, não há um cabo telefônico que venha até minha residência; parece, enfim, que se trata de uma linha de telefone que opera via ondas de rádio. Inicialmente, minha conexão com a internet era tão baixa que se tornava praticamente impossível navegar. Por tal motivo, realizei uma reclamação junto à GVT. Inicialmente, o problema não foi solucionado. Porém, depois de alguns meses de espera, a referida operadora ofereceu-me a “solução”: cobrou-me por uma antena que supostamente melhoraria minha conexão com a internet. Repito: supostamente. Minha conexão passou a funcionar a uma velocidade variável: por vezes, justiça seja feita, a conexão é mais alta do que era antes de instalar a antena; por vezes, porém, é tão baixa quanto a antiga conexão. Resultado: toda vez que eu conecto a uma velocidade baixa, tenho de restabelecer a conexão. E, cada vez que eu reconecto, eu pago. Quem lucra é a GVT.
Entretanto, os problemas não pararam com a instalação da referida antena (se é que aí houve alguma solução). Justamente devido ao fato da conexão funcionar a uma velocidade bastante instável, obrigo-me a conectar e desconectar sucessivas vezes, até obter (ao acaso) uma velocidade em que a navegação na internet seja possível. Então, novo problema: a permanência de conexão é muito baixa, ou seja, o acesso é interrompido a todo instante. Telefonei para a GVT com a finalidade de obter informações sobre os horários em que as tarifas telefônicas são reduzidas. Com isso, eu objetivava compensar os custos de uma conexão que cai com alta freqüência; afinal, a GVT cobra-me por cada conexão e eu espero pagar pouco por um serviço que é muito ruim. Passei, então, a acessar durante a madrugada. Porém, a qualidade da conexão é igualmente baixa: velocidade variável e quedas constantes.
Novamente, liguei para a GVT. “Senhor Marcus, a GVT não se responsabiliza pelo seu acesso à internet”; “Senhor Marcus, a GVT fornece apenas serviço telefônico, e não serviço de acesso à internet”; “Senhor Marcus, o que o senhor faz com sua linha telefônica é de sua responsabilidade”. Eis o que dizem as educadas e bem treinadas atendentes da operadora. Hábeis, elas quase me convencem de que a responsabilidade por minha péssima conexão não é da GVT. Entretanto, as mesmas atendentes dizem: “Senhor Marcus, a responsabilidade é do provedor”; “Senhor Marcus, os seus números para acesso à internet são fornecidos pelo POP”. Engraçado. Os números fornecidos à GVT pelo POP (e que a GVT repassa aos seus clientes) são, na verdade, números da GVT. Sinto-me um completo idiota, mas não um burro. Senão, vejamos.
Em outro momento, novamente relatando à atendente da GVT sobre a baixa qualidade da minha conexão, ela sugeriu que eu baixasse um programa da internet, conhecido como Discador POP, desenvolvido pelo provedor gratuito homônimo. Ela sugeriu isso depois que eu reclamei das constantes interrupções e da velocidade variável na conexão. No contexto em que a sugestão foi feita, a atendente fez-me crer que baixar o referido discador melhoraria meu acesso. Aceitei a sugestão. Baixei o discador e, com ele, vários vírus. Já na abertura da página para a realização do download, meu anti-virus avisou-me do perigo. Ainda assim, consegui baixar o programa e manter intacto meu computador. Porém, novamente, outra frustração: o discador não melhorou minha conexão. Ela continua a cair com freqüência e a velocidade de acesso continua variável. Entretanto, um detalhe foi bastante elucidativo. Um dos dizeres no discador desenvolvido pelo provedor POP é o seguinte: “Uma empresa GVT”. Isso me levou à formulação de uma série de questionamentos e algumas conclusões.
Se a GVT não se responsabiliza pelo acesso à rede de computadores, por que me ofereceu uma antena que supostamente melhoraria minha conexão? Devo crer na boa vontade da operadora ao oferecer-me tal antena? Ou devo crer no fato de que, para a GVT, é lucrativo incentivar acesso à internet através de uma conexão que cai constantemente? Se a operadora não tem nenhuma relação com os provedores de acesso à internet, por que me indicou números de telefone através dos quais eu poderia realizar a conexão? Se a GVT é uma prestadora de serviços telefônicos, e não de serviços de acesso à rede de computadores, por qual motivo os números fornecidos pela GVT eram do provedor conhecido como POP? Aliás, por que esse, e não outro provedor?
A maior conclusão que se pode tirar disso tudo é bastante óbvia: a empresa de telefonia GVT e o provedor POP funcionam como uma única e mesma instituição comercial (POP é “uma empresa GVT”, como está inscrito no próprio discador). O objetivo é lucrar com telefonia e com acesso discado à internet, mesmo que seja um provedor gratuito. Afinal, a GVT indica aos próprios clientes tanto o discador desenvolvido pelo provedor POP quanto os números de acesso do referido provedor (que, na verdade, são números da GVT). O provedor POP não garante nenhuma qualidade na conexão. Entretanto, quando um cliente da GVT/POP encontra problemas de conexão, nem a GVT nem o POP se responsabilizam. Quem perde é o cliente; quem sai ganhando é a operadora. A GVT lucra, principalmente, porque a conexão cai a todo o momento, e isso torna necessário conectar dezenas de vezes. Em horários de tarifa reduzida, como durante as madrugadas, tal estratégia faz a GVT lucrar como em horário comercial; afinal, cada vez que se inicia uma nova conexão, se paga por isso. Se lembrarmos que tal problema muito provavelmente não acontece somente comigo, perceberemos que de fato os lucros da GVT devem ser bastante altos ao oferecer um serviço que não funciona. Em outras palavras: a GVT cobra pela conexão, mas não se responsabiliza por ela.